JÁ COMEÇOU: A FARSA DA FRAUDE VOLTA AO JOGO: Velhos discursos, novas articulações e o mesmo objetivo: desacreditar as eleições antes mesmo do voto

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Donald Trump, que colocou os EUA em uma guerra desnecessária contra o Irã, e até o momento sem resultados positivos, agora passa a se intrometer nas eleições presidenciais brasileiras. Fica evidente a tentativa de desviar o foco de seu próprio fracasso. Mas está difícil: sua credibilidade já não é a mesma, e cada vez menos pessoas acreditam em suas narrativas.

Mas como assim os EUA se intrometendo no Brasil? Sim. O Comitê Judiciário da Câmara dos Deputados norte-americana, atualmente sob controle do Partido Republicano (partido de Trump), justamente no “Dia da Mentira”, criticou o sistema eleitoral brasileiro e o ministro Alexandre de Moraes, acusando suas decisões de promover censura e “lawfare”.

No mesmo contexto, os irmãos Bolsonaro participaram de um encontro da extrema direita nos Estados Unidos e utilizaram o espaço para personalizar (“fulanizar”) o debate eleitoral brasileiro. Afirmaram que, caso o resultado das eleições seja desfavorável a Flávio Bolsonaro, isso se daria por fraude; em outras palavras, que não seria legítimo.

Nada de novo: apenas repetem o discurso do pai, atualmente preso por tentativa de golpe em 2023. Trata-se de uma estratégia clara de preparação de terreno para contestação de resultados, como ocorreu em 2022, quando Lula saiu vencedor.

Donald Trump atacou o PIX, alegando supostos prejuízos às empresas estadunidenses e chegando a ameaçar futuras retaliações. Ora, o PIX é uma das mais importantes conquistas do Brasil, pois revolucionou o sistema financeiro ao permitir transações rápidas e sem cobrança de taxas.

Para completar, Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro, conhecidos por defenderem posições autoritárias, nada disseram sobre as intenções de Trump, permanecem em silêncio. O mesmo ocorre com o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), geralmente tão ativo e combativo nas redes sociais.

Diante disso, fica a pergunta: por que o silêncio agora? Quando o tema envolve interesses externos e possíveis impactos ao Brasil, por que aqueles que tanto falam simplesmente se calam?

Qual sua opinião sobre o SILÊNCIO de Nikolas Ferreira, Eduardo e Flávio Bolsonaro?

 

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