Terremoto na Colômbia: governo de Espriella só aceita ajuda de países aliados

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O ultradireitista Abelardo de la Espriella, recém-eleito presidente da Colômbia e alinhado a Trump, autorizou inicialmente a entrada de equipes de busca e resgate de apenas quatro países aponta o site Terra Estados Unidos, Israel, Equador e El Salvador, para socorrer pessoas soterradas pelo terremoto de magnitude 7,4, que atingiu a Colômbia no dia 10 de agosto de 2026.

Enquanto diversos países ofereciam equipes especializadas para ajudar nas buscas por sobreviventes, o governo colombiano autorizou inicialmente a entrada dessas equipes estrangeiras. Segundo o site Brasil247 Países como Brasil, México, Argentina, Chile e Espanha tiveram suas ofertas de equipes de resgate rejeitadas ou enfrentaram exigências burocráticas para atuar diretamente nas operações. O governo, por sua vez, alegou que a escolha levou em consideração critérios técnicos e de certificação.

A decisão provocou críticas e levantou questionamentos sobre os critérios adotados pelo novo governo colombiano. A escolha dos países autorizados também ganhou uma dimensão política, diante do alinhamento de De la Espriella com setores da direita internacional e, especialmente, com Donald Trump.

O segundo turno das eleições presidenciais ocorreu em 21 de junho de 2026 e foi extremamente apertado. De la Espriella terminou com 12.960.166 votos, contra 12.708.312 de Iván Cepeda, uma diferença de 251.854 votos. O resultado oficial foi posteriormente confirmado pelo Conselho Nacional Eleitoral colombiano.

A eleição de Abelardo de la Espriella foi oficialmente reconhecida pelas autoridades eleitorais colombianas, mas o resultado, extremamente apertado, foi cercado por denúncias e questionamentos sobre possíveis interferências externas. Entretanto, é importante destacar que as acusações de manipulação eleitoral não foram comprovadas. A missão de observação eleitoral da União Europeia informou que, durante a campanha, não foram observadas restrições graves à liberdade dos candidatos para fazer campanha.

A ideologia da extrema direita parece superar as necessidades do povo colombiano, sem diferenciar quem votou ou não no extremista De la Espriella. O povo colombiano está pagando um alto preço pelas escolhas de seu presidente.

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