Isenção do Imposto de Renda: Lula prometeu e cumpriu, não há como negar

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Em uma vitória incontestável para o governo, a proposta da isenção do I.R. foi aprovada nesta terça-feira (1º/10). A medida representa um alívio direto no bolso de milhões de trabalhadores, independente de ideologia.

Independentemente de posicionamento ideológico que se tenha, não há como negar que foi uma vitória do governo, a aprovação por unanimidade na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (1º de outubro), a proposta que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil por mês. O placar foi expressivo: 493 votos a favor, nenhum contra.

Como era esperado, a oposição – liderada por deputados de extrema-direita, com destaque para o PL – tentou obstruir a compensação financeira da medida. Eles propunham aprovar apenas a redução de impostos para as faixas mais baixas, mas rejeitavam a contrapartida: o aumento da alíquota para aproximadamente 140 mil contribuintes que recebem acima de R$ 50 mil mensais e hoje pagam menos de 10% de IR.

O projeto aprovado beneficia 16 milhões de trabalhadores, entre isenções totais (até R$ 5.000/mês) e reduções (para quem ganha entre R$ 5.001 e R$ 7.350). Apesar dos números expressivos, setores extremistas insistiam em alterações que privilegiariam os mais ricos – e saíram derrotados. Deram com os burros n’agua. Nem por isso os extremistas deixaram de “chiar” contra o projeto.

O relator da proposta, Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, deixou claro que qualquer proposta que desequilibrasse as contas públicas seria rejeitada, por ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Diante da firmeza, a oposição recuou de suas tentativas, consolidando uma vitória do governo e da classe trabalhadora.

A proposta, articulada por Lula em conjunto com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), segue agora para análise do Senado Federal, que tem até o final do ano para votá-la.

 

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