
Imagem da Internet
Sidney Vasquez, mais um condenado por participar da tentativa de golpe de estado, fugiu do país, mas foi preso no Paraguai portando documentação falsa e com uma passagem de apenas ida para El Salvador — terra do atual presidente, Nayib Bukele, frequentemente acusado de autoritarismo, roubo e práticas antidemocráticas. Para lá Trump deportou inúmeros pessoas sob acusação de terrorismo – muitas sem provas.
O fugitivo foi flagrado, expulso do território paraguaio e entregue à Polícia Federal brasileira.
É difícil não imaginar a estrutura e a organização que os grupos golpistas montaram para retirar do Brasil os extremistas envolvidos nos ataques às instituições.
Incrível, Sidney desperdiçou seus 30 anos de carreira na Polícia Rodoviária Federal por ter seguido a ação insana arquitetada pelo irresponsável mentor do golpe — um verdadeiro “encantador de serpentes” e hoje presidiário: Jair Bolsonaro (PL).
Situação semelhante ocorreu com o deputado e ex-diretor da PF, Alexandre Ramagem (PL-RJ), para citar apenas um exemplo entre vários, sem me alongar.







